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A magia de uma flor.

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Texto | Pobre dos pobres. | Tony Casanova

   A pobreza não é motivo de orgulho para ninguém, mas não é razão de vergonha também. Não nascemos possuidores de nada e nada levamos desta vida enfadonha, nem o tudo que acumulamos, este ficará na estrada, quando partirmos em nossa viagem de caminho sem retorno. Que a nossa pobreza esteja restrita ao campo material e não avance em nossa alma. O Amor pelos bens é maior para muitos que encontram a imensa riqueza de patrimônio, mas perdem a beleza de viver, este que é o maior patrimônio que qualquer um de nós pode ter. Mas pior que um rico de ambições é um pobre de espírito. Nada mais há que se possa perder e que possua valor, senão a própria razão do amor, que produz a riqueza que se multiplica e acumula na alma humana. Pobre dos pobres, estes sonhando em serem nobres, correndo atrás do status, da fama e da riqueza e sequer conseguem ver a pobreza que lhes consome a paz. Pobre, pobre, pobre, morrerá como nobre, ataúde folheado, mas será sempre pobre daquilo que deixará e não verá mais…

Poesia | Boca, divina boca. | Tony Casanova

Tão formosa perfeição em simetria/

No contorno tão divinamente pura /

Rico e belo monumento, eu diria/

Desta boca, singular arquitetura.

Quem poderia compor tamanha perfeição/

Senão um mestre na arte da própria da vida/

Laborou perfeita boca ás próprias mãos/

Do labor se fez assim se fez a preferida.

Da divina forma, á rica maciez/

O estalar da fala, o tremular sutil/

Divino mestre que te fez/

A mais bela boca que se viu.

A fala nem se fala/

Nem se ouve, tamanha hipnose/

Ao ouvir-te tudo cala/

Não há nada, tampouco vozes.

A boca, esta magnífica, singular/

Tão perfeitamente bela/

Que nem precisa falar/

Basta o olhar pra ela.

Boca plena, de volume atraente/

Só de olhar já causa encanto/

Por ser demais envolvente/

Ai boca, boca que me toma/

Feitiço do meu olhar/

Que a minha alma doma.

Por Tony Casanova. Todos os Direitos Autorais e Copyright São reservados ao autor.

Poesia | Você não vai se arrepender | Sandra Paula

Olhos fechados Sinto a volúpia de teus beijos A brutalidade de tuas mãos Que me acariciam com ternura. Despertasse-me desejos, Renasci das cinzas, Reacendeste a chama da paixão Que antes apenas fumegava. Despertaste a fera indomada E o desejo da entrega De ser tua De ser por ti amada. Quero sentir teu corpo Fazer-te de sã a louco Beijar-te de canto a canto Arrancar-te suspiros Gemidos Delírios Quero viajar em tua masculinidade Viver Sentir Deslizar em tua virilidade Quero ser tua Jogar fora minhas roupas Ficar completamente nua Quero gritar de desejos Sorver teus beijos E no pulsar de minha intimidade Quero sentir você. Na loucura de quem ama Quando cravar minhas unhas em tua carne De excitação estremecer Deixa-me provar de ti Você não vai se arrepender
Por: Sandra Paula 

Poesia | Divã | Sandra Paula

Procuro desabafar nos versos
O amor que trago comigo Fiz da caneta companheira,  Amiga de meus escritos. Nos versos falo o que pressinto O amor a cada manhã. Fiz do desabafo meu escape Fiz dos poemas meu divã. Neles escrevo o que sinto Se falo que te amo ...Acredite... ...Não minto... Falo da saudade dilacerante Que me traz a falta de você. Em meus poemas desabafo, Neles vejo despido o meu eu, Sem fantasias... Sem camuflagem... Neles sou realidade, Sou amiga, amante, sou irmã Falo de você, falo de mim, Das minhas noites e manhãs. Expando meus sentimentos Faço de meus poemas meu divã. Eles me acolhem em silencio Me escutam sem reclamar Deixam-me aliviada E quando em meu rosto Uma lagrima resvala A saudade de você Professando o meu/ teu bem querer, Meus poemas me abraçam Seguram em minhas mãos Beijam-me gentilmente Afagando-me o coração. Em meus poemas falo de um anjo Que me traz nos lábios o sorriso Frêmito no coração... Nos olhos deixam um brilho... Seja noite... Seja manhã Desabafo o meu amor Revelo você...
Em meus poemas Me…

Literatura | Conto | Chamado do amor | Sandra Paula

Estela o esperava ansiosa, seria o primeiro encontro. As mãos geladas e o tremor em seu corpo revelavam o desejo de encontrar Ângelo. Os meses de conversa e declarações haviam ligado para sempre os dois. Se vestira com cuidado, queria causar impacto, jeans apertado, camiseta  delicada, porém sexy.Uma mistura de mulher e menina. Em alguns instantes estaria entregando-se ao amor de sua vida. Estava preste a viver o amor que a corroía dia a dia, sem dó nem piedade. Desejava ardentemente aquele homem. Ângelo passara a viver dentro dela, podia amá-lo, sentir seu corpo, acariciá-lo… De repente, uma voz rouca chamou seu nome, e como em câmara lenta ela seguiu aquele chamado do amor. Em sua frente estava o seu amado, saído de seus sonhos,lindo,lindo,lindo.Não sabia o que fazer, pois o desejo  naquele momento era de atirar-se em seus braços e beijar-lhe a boca carnuda ,abraçando aquele corpo másculo. No entanto as pernas não obedeciam, ela estava paralisada e sem voz. A única manifestação de se…

Poesia | Meus/seus versos | Sandra Paula

Por você um dia me transformei em poeta Escrevi em verso o amor que de dei No papel rabisquei  cada anseio, Emoção e desejo Na insanidade da paixão Ambicionei teus beijos Teu corpo, teu amor
Rabisquei em versos e prosas  A delícia de te amar Rabisquei a saudade de você A dor de sua ausência E chorei ao rabiscar Cada verso era  você Cada lagrima era de amor Cada letra sentimento Cada frase me transformou
Rabisquei tristeza Rabisquei solidão Nas noites vazias Na cama fria Na falta de teu corpo Entrelaçado ao meu Como homem louco
Por você me fiz poeta Inspiração ardente Eu me fiz crente Do prazer que me doavas Da paixão inerente Que você me passava
Rabisquei felicidade A felicidade de ver preenchido O vazio que antes tinha no peito Hoje rabisco nosso amor Nossos momentos Nossa vida, nosso eu Hoje  sou poeta de nossos sonhos E rabisco na branca folha de papel A felicidade de quem vive o amor... Nós vivemos... Nos amamos...

Por: Sandra Paula